quarta-feira, 10 de outubro de 2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

LANÇAMENTO, LOGO MAIS

 


Acontecerá logo mais (09 de outubro, às 19 horas) o lançamento de dois novos livros, adaptação de contos de Hans Christian Andersen - O SOLDADINHO DE CHUMBO E A BAILARINA DOURADA e JOÃO GRILO E CANCÃO DE FOGO TECENDO A ROUPA NOVA DO IMPERADOR, ambos em cordel, pela FRANCO EDITORA, de Juiz de Fora-MG.
 
LOCAL: LER LIVRARIA - Endereço: Av. Washington Soares, 4040 Molina Center Agua Fria Fortaleza-CE (Próximo ao EXTRA MERCANTIL)  - HORÁRIO: 19h00
 
Eis as capas e a sinopse das obras:
O SOLDADINHO DE CHUMBO E A BAILARINA DOURADA
Um menino recebe de presente uma bela coleção de soldadinhos
de chumbo, todos iguais. Exceto um, que se diferencia dos demais
por lhe faltar uma perna. O soldadinho perneta se apaixona
pela bailarina de papel e desperta a ira e a inveja de um palhacinho
malvado. Esse conto de Andersen aparece numa versão em literatura
de cordel.
Temas abordados: inveja, amor, aventura.
JOÃO GRILO E CANCÃO DE FOGO TECENDO
A ROUPA NOVA DO IMPERADOR
João Grilo e Cancão de Fogo, dois astutos trapaceiros, fazendo-se passar
por alfaiates, convenceram determinado imperador de que poderiam
fazer uma roupa muito bonita e cara, mas apenas as pessoas muito
inteligentes conseguiriam vê-la. Fingindo tecer fios invisíveis, os dois
trapaceiros receberam baús cheios de riqueza... Até que, um dia...
Temas abordados: esperteza, poder,vaidade.

PALESTRAS EM SÃO PAULO



Nos dias 29 e 31 de outubro, estaremos em São Paulo realizando a oficina cultural intitulada “História Completa do Navegador João de Calais”, nas seguintes cidades: Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Mauá. Na oportunidade, contarei com o apoio dos amigos Moreira de Acopiara e Marco Haurélio. João de Calais é um conto europeu do século XVI, coligido por Câmara Cascudo em "CINCO LIVROS DO POVO". A minha versão baseia-se no texto original de Angelica Poisón (Madame de Gómez) e está na versão cordel/quadrinhos, com ilustrações de JÔ OLIVEIRA.

EM TEMPO - Não limitaremos a nossa apresentação a esse conto tradicional europeu e sua adaptação para o cordel. Faremos um breve relato das origens da Literatura de Cordel, sua chegada ao Brasil, suas transformações ocorridas, principalmente, no Nordeste Brasileiro, seus grandes expoentes e as histórias genuinamente brasileiras, tudo isso intercalado com declamações, exibição de data-show e interação com a platéia.
 
Cronograma de Programação

 
Data
Dia da
Semana
Horário
Início
Horário
Término
 
CAT
Endereço
Cidade
29/10/2012
Segunda-Feira
 
10h00
 
12h00
 
CAT Theobaldo de Nigris
 
Pça Armando A Pereira, 100
 
Santo André
29/10/2012
Segunda-Feira
 
15h00
 
17h00
 
CAT Presidente Eurico Gaspar Dutra
 
Rua santo André, 810
 
São Caetano do Sul
 
31/10/2012
Quarta-Feira
 
10h00
 
12h00
 
CAT Albano Franco
 
Rua Suécia, 900
 
São Bernardo do Campo
 
 
31/10/2012
 
Quarta-Feira
 
15h00
 
17h00
CAT Ministro Raphael de A Magalhães
 
Av Pres Castelo Branco, 237
 
Mauá

  
OBJETIVO: Realização de encontros literários, abordando o tema descrito acima por meio de bate-papos, oficinas e palestras.

 
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

  • Processo Criativo
  • Criação de Personagens
  • Bate-Papo

CARGA HORÁRIA: 2 (duas) horas de duração por palestra em cada cidade.

 
LIMITE DE PARTICIPANTES:  até 100 (cem) participantes inscritos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

LIVRO NOVO À VISTA



Sairá em breve, pela Editora Globo, o terceiro volume da coleção "Era uma vez em Cordel", JOÃO BOCÓ E O GANSO DE OURO, novamente com ilustrações de Jô Oliveira. Os títulos anteriores são "A PELEJA DE CHAPEUZINHO VERMELHO COM O LOBO MAU" e "O COELHO E O JABUTI".

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

GONZAGA, DE PAI PRA FILHO: UM BELO FILME

Por: ASSIS ANGELO
 
Preparem-se para boas surpresas no filme Gonzaga – de Pai Pra Filho, que assisti na última sexta à tarde na sede da distribuidora Paris Filmes em São Paulo, ao lado de Chambinho do Acordeon (no cartaz, ao lado) e outros amigos.
O filme, mais um belo longa do carioca descendente de paraibano Breno Silveira, trata da vida do pernambucano Luiz Gonzaga e sua conturbada relação com o filho adotivo, Luiz Gonzaga do Nascimento Jr.
Começa com Gonzaguinha ligando um gravador para tomar declarações do Rei do Baião sobre as suas origens.
Chambinho interpreta Gonzaga no período compreendido entre os 27 e 50 anos de idade, ou seja: desde o início da sua brilhante carreira até seu declínio no começo dos anos 1960, com a Bossa Nova em ascenção e o surghimento da Jovem Guarda, do Tropicalismo e dos festivais da música popular que revelaram, entre outros, Caetano, Vandré, Milton, Elis e Gil, que, aliás, marca belo tento com música que fez especialmente para a trilha do filme.
E surge a primeira surpresa: a atuação marcante de Chambinho, que toca e canta de verdade e atua com a categoria dos grandes atores.
Coube a Land Vieira interpretar Gonzaga, dos 17 aos 23 anos; e a Adélio Lima, aos 70.
Gonzaguinha também é revivido em três épocas.
A primeira dos 10 aos 12 anos, por Alison Santos; a segunda dos 17 aos 23 anos, por Giancarlo Di Tommaso; e a terceira dos 35 aos 40, por Julio Andrade.
Participam do filme uma centena de atores e dois mil figurantes.
Gonzaga – de Pai Pra Filho tem tudo para se tornar um grande sucesso de bilheteria, inclusive cenas que levam ao riso e às lágrimas.
Numa palavra: é belo.
A estreia nas telas de todo o País está prevista para o final de outubro.
Antes, a partir do próximo domingo, estreia no programa Fantástico, da TV Globo, a primeira de três partes de um documentário sobre o Rei do Baião.

Veja trailer do filme, no blog do ASSIS ANGELO: www.assisangelo.blogspot.com

sábado, 22 de setembro de 2012

JÔ OLIVEIRA NA REVISTA CONTINENTE

 
A CRIAÇÃO DO MITO E DA CARICATURA

Escrito por Conrado Falbo
Quem hoje tem 30 e poucos anos não sabe o que é a vida sem Luiz Gonzaga. É o meu caso: cresci escutando sua voz nas canções e reconhecendo imediatamente sua fi gura sempre que aparecia na televisão, no jornal ou nas lojas de discos. Obviamente, o fato de eu ter nascido no Recife faz com que essa presença tenha um signifi cado todo especial, mas é igualmente óbvio que sua força foi percebida muito além das fronteiras de minha terra natal. Luiz Gonzaga é um símbolo cultural de grande alcance e complexidade. Como não estive lá para ver o fenômeno surgir, meu ponto de vista necessariamente inclui as caricaturas que também aprendi a reconhecer e que já foram incorporadas à persona pública desse artista. Existem pelo menos três delas: o mito, o estereótipo e o ritmo.

O mito e o estereótipo são duas faces de uma mesma moeda e estão profundamente relacionados à dicotomia entre nordestinos e sulistas, uma divisão do mundo que o próprio Gonzaga ensinou em suas canções. Do lado dos nordestinos, o mito evoca uma realidade de exclusão social e sofrimento, mas acaba gerando uma identifi cação positiva, já que a “voz da seca” pertence a um cantor de enorme sucesso. Conforme essa lógica ambivalente, Luiz Gonzaga representa o retirante bem-sucedido, que venceu as dificuldades e conquistou a terra dos sulistas cantando sua própria terra.


Leia a matéria na íntegra na edição 138 da Revista Continente.